domingo, setembro 09, 2007

Renascer dos conflitos com os álmoadas


  • Castelo de D. Fuas Roupinho
  • Uma vez rompidas as tréguas em 1178 parece ter libertado uma ânsia de combater pela parte dos Reis cristãos. Em especial por parte dos portugueses, a área de Sevilha pareceu ser a escolhida para fazer incidir os seus ataques.
  • Logo 1179 e desta vez usando a via marítima Fuas Roupinho o almirante da frota portuguesa, subindo o Guadalquivir, volta a atacar os arredores de Sevilha, saqueando e retirando de seguida.
  • A resposta não se fez esperar do lado almóada que usando a frota de Ceuta, ataca Lisboa, destruindo alguns navios e saqueando também os arredores
  • Nova ataque marítimo sob o comando do almirante, levou a novo raíde à ilha de Saltes e nova resposta já em Maio de 1180 terá levado os árabes a atacar a Nazaré e Porto de Mós, exactamente o castelo de alforia de D.Fuas Roupinho que ajudado pelos homens de Alcanena e de Santarém dizimou as hostes invasoras.
  • Em Julho do mesmo ano liderando uma frota portuguesa armada em Lisboa, D.Fuas derrota ao largo cabo Espichel uma frota de nove navios álmoadas inflingíndo-lhes pesada derrota.
  • Com uma frota alargada a 40 navios, D,Fuas abalançava-se a atacar não só o Algarve como também Ceuta, inaugurando a tentativa de penetração em África que 3 séculos depois se iria retomar.
  • No ano de 1181 acabaria porém a precoce aventura naval deste almirante, que ao dirigir -se a Silves,com o intento de novo ataque, com a sua frota de 40 navios, foi confrontando com uma poderosa frota álmoada de 54 navios e nessa batalha ao largo do Cabo de São Vicente (para alguns seria do Espichel), seria morto e 20 dos nossos navios afundados.

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